Sobre nós

Quem somos

Há 37 anos, um grupo de professores uniu-se em torno de um sonho - a criação de uma associação cuja missão fosse a Solidariedade efetiva entre os seus associados.

Hoje, a ASSP conta com quase 12 000 associados e é a maior Instituição de Solidariedade de Professores.

Estamos numa época em que os professores vivem um processo de degradação da sua imagem, uma permanente sensação de desespero e futuro incerto. Serão os valores de solidariedade e a sua passagem à prática que poderão minorar esse processo.

A ASSP é, assim, uma organização de Professores que tem como objetivo e atividade a prestação de serviços de natureza social, humanitária e cultural aos professores seus Associados e familiares.

De âmbito nacional, a ASSP está sediada em Lisboa e organiza-se funcionalmente em Delegações que abrangem quase todos os distritos do Continente, os Açores e a Madeira.

A ASSP foi criada por escritura pública em 8 de abril de 1981, publicada na III Série do Diário da República, n.º 116, de 21 de maio de 1981.Está constituída como Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) e registada como pessoa coletiva de direito privado sem fins lucrativos.

Conforme está indicado no artigo 1º dos seus Estatutos (Identidade da Associação):

1. A Associação de Solidariedade Social dos Professores A.S.S.P., referida neste Estatuto pela sigla ASSP ou apenas por Associação, é uma pessoa coletiva de direito privado, sem fins lucrativos, criada por escritura pública, publicada na III Série do Diário da República, n.º 116, de 21 de maio de 1981.

2. A qualidade de pessoa coletiva está-lhe expressamente assegurada pela inscrição no Registo Nacional de Pessoas Coletivas, sob o n.º 501 406 336.

3. A designação de Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) está-lhe reconhecida pela inscrição na Direção-Geral da Segurança Social, sob o n.º 29/83.

4. A ASSP está inscrita na Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), através da União Distrital das IPSS de Lisboa, com o número 11-06-0315.

5. A ASSP é uma pessoa coletiva de utilidade pública, de acordo com o artigo 8º do Decreto-Lei nº 119/83, de 25 de fevereiro.

A ASSP integra a sua ação no âmbito da economia social, por alguns também designada de economia solidária. São princípios fundamentais da economia social a adesão voluntária e livre, a gestão democrática e participativa, a ausência de finalidades lucrativas, a autonomia face ao Estado e a outras formas organizativas da sociedade.

Acreditamos em valores sociais comunitários, na prática da solidariedade activa entre professores e suas famílias e na ação social organizada e autónoma como o melhor meio para a realização dos objetivos sociais, humanitários e culturais a que nos propomos.

Constitui a MISSÃO da Associação a solidariedade com todos os professores na preservação da sua qualidade de vida, em especial dos que se encontram na situação de carência ou de risco, nomeadamente através de: desenvolvimento de atividades promotoras da cultura, formação e realização pessoal; proteção e integração comunitária dos idosos e deficientes; promoção do apoio à família, infância e juventude; promoção de apoio em situações de carência social e individual.

Em 1980, um grupo de professores dinamizou uma série de atividades que levaram à constituição da Associação de Solidariedade Social dos Professores, em 1981.

A ASSP foi constituída em 8 Abril de 1981, tendo como “fins ou objetivos: a instalação de lares para acolhimento integral e/ou centros de dia para assistência aos seus associados que se achem nas situações de invalidez ou reforma (…) ou em qualquer outra forma de carência social”.

No final de 1983 a ASSP contava com 1046 associados, muitos dos quais voluntários ativos em prol da Associação.

Ao longo destes 37 anos, muitos foram os associados que entregaram o seu trabalho voluntário, o seu tempo e a sua dedicação para o crescimento da ASSP em vários domínios, alargando os objetivos iniciais ao desenvolvimento de atividades promotoras da cultura e realização pessoal e à promoção do apoio à família, à infância e à juventude.

Como os associados estão espalhados por todo o país, organizam-se em Delegações. Existem quinze Delegações: Açores, Algarve, Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Guimarães, Leiria, Lisboa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. 

Órgãos sociais nacionais

São órgãos nacionais da Associação:

  • a Assembleia Nacional de Delegados, constituída pelos Delegados representantes das Delegações;
  • a Mesa da Assembleia;
  • a Direcção Nacional;
  • o Conselho Fiscal;
  • o Conselho Nacional.

A organização e funcionamento da ASSP assentam em princípios de descentralização, responsabilidade e de democracia, sendo os mandatos de todos os órgãos limitados a períodos de 3 anos e assentando a sua escolha em processos eletivos. Os dirigentes da ASSP exercem os cargos em regime de voluntariado, não auferindo qualquer remuneração ou benefícios pessoais. 

  • Assembleia Nacional de Delegados é o órgão hierarquicamente superior da Associação, constituída por representantes dos associados do todo nacional. Órgão deliberativo, que discute e aprova os planos de atividades, os orçamentos e as contas de cada ano – depois de sujeitas a fiscalização e apreciação prévia pelo Conselho Fiscal; e delibera sobre as propostas apresentadas pelos seus membros. Elege, em lista conjunta para o triénio seguinte, a Mesa que a dirige, a Direcção Nacional e o Conselho Fiscal;
  • Direcção Nacional, órgão executivo composto por catorze elementos, sete efetivos e sete suplentes, representa interna e externamente a Associação, gere-a a nível nacional, dirige os serviços administrativos centrais e é responsável pelos referidos orçamentos e contas.
  • Conselho Nacional é constituído pelos Presidentes das Delegações. Órgão consultivo do Presidente da Direcção Nacional, assegura a ligação entre as Delegações e a Direcção Nacional.

A organização e funcionamento da ASSP assentam em princípios de descentralização, responsabilidade e de democracia, sendo os mandatos de todos os órgãos limitados a períodos de 3 anos e assentando a sua escolha em processos eletivos. Os dirigentes da ASSP exercem os cargos em regime de voluntariado, não auferindo qualquer remuneração ou benefícios pessoais.

Para mais informação, consulte os Estatutos.

Composição dos Órgãos Sociais Nacionais no quadriénio 2016 | 2019

16790 | Miguel Alexandre Vilhena Fernandes - Presidente

18650 | Maria Céu Madeira Amaro Pires Costa - 1ª Secretária

1428   | Ana Maria Vilhena Fernandes Pereira Vilhena - 2ª Secretária

Efetivos

18915 | Ana Maria Teixeira Moutinho Morais – Presidente

17321 | Adelino Alberto Baptista Cruz - Vice-Presidente

17899 | Pedro João Simões Melo Santos Pereira - Vice-Presidente

19242 | Augusto Francisco Rebotim Pascoal - Vice-Presidente AF

19351 | Maria Luísa Cardosa Ribeiro - Secretária

16442 | Ana Sofia Vilhena Fernandes Pereira Cardoso - Vogal

 

Suplentes

13729 | Margarida Lopes - Suplente

19333 | Rui Fernando Mendes Gonçalves - Suplente

8915   | Ana Paula Teixeira Torres - Suplente

19697 | Jaime Manuel Varejão Ribeiro - Suplente

 

Efetivos

15662 | João Sanches Peres – Presidente

19427 | Jorge Miguel Morais Carvalho – Vogal

13173 | José Luís Vieira Mila Felipe - Vogal

 

Suplentes

18286 | Aura Correia Martins Carvalho Gorito

18855 | Maria Isolina Amorim Ribeiro Neto

 

A Direção Nacional e as Direções das Delegações elaboram, anualmente, Planos de Atividades e Orçamentos, bem como Relatórios de Gestão e Contas, os quais, juntamente com os pareceres do Conselho Fiscal, são submetidos a deliberação em Assembleias Nacionais de Delegados (AND).

Relatorio Gestão e Contas da ASSP 2017 - Aprovado em AND de 24/3/2018

Plano de Actividades e Orçamento para 2018 - Aprovado em AND de 25/11/2017

Relatório de Gestão e Contas de 2016 - Aprovado em AND de 25/03/2016

Plano de Actividades e Orçamento para 2017 - Aprovado em AND de 26/11/2016

Relatório de Gestão e Contas de 2015 - Aprovado em AND de 19/03/2016

Plano de Actividades e Orçamento para 2016 - Aprovado em AND de 28/11/2015

Relatório de Gestão e Contas de 2014 - Aprovado em AND de 28/03/2015

Plano de Actividades e Orçamento para 2015 - Aprovado em AND de 15/11/2014

Relatório de Gestão e Contas de 2013 - Aprovado em AND de 29/03/2014

Património

Constituído por bens móveis e imóveis, a lista apresentada refere unicamente o património imóvel (terrenos e edifícios). Resulta de legados de particulares, de aquisições pagas ou em pagamento com as quotas dos associados e de apoios recebidos de diversas entidades públicas. Todo o património é propriedade global da Associação.

Saber mais sobre o Património da ASSP

SEDE

- Moradia sita no Largo da Sra. do Monte 1, à Graça, Lisboa (onde funciona a Sede e Direcção Nacionais), legado da primeira presidente da Associação, Alice Maia Magalhães (Arqº Raul Lino).

- Duas moradias na Parede (Cascais), legado da primeira presidente da Associação, Alice Maia Magalhães, mas ainda com usufruto de familiares da mesma.

AÇORES

- Espaço/loja sita na Praça da Autonomia Constitucional, 7, Paim, Ponta Delgada  (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

ALGARVE

- Espaço/loja sito na Rua Engº Aboim Sande Lemos, 14, Faro (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades);

- Edifício do Centro Comunitário/Residência de Professores e respetivo terreno com 8240 m2, sito em Pechão, concelho de Olhão, a 5 km de Faro (construído no âmbito de protocolo com a Segurança Social).

AVEIRO

- Edifício da Residência de Professores, R. Nova, 50, Bairro de Santiago, Aveiro. A Sede da Delegação inclui uma Estrutura residencial para idosos (ERI) com capacidade para 25 camas e Centro de Dia com capacidade para 20 utentes.

BEJA

- A Delegação funciona em instalações cedidas pela Câmara Municipal, numa antiga escola primária agora desativada.

COIMBRA

- Espaço/loja sito na R. dos Combatentes, 78 A, Coimbra.

- Edifício sito na Travessa dos Combatentes da Grande Guerra, 3, Coimbra (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

ÉVORA

- Moradia adquirida em 2013, sito na Rua Chafariz d'El Rei, 31, Évora, inaugurada em 25 de Janeiro de 2015 (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

GUIMARÃES

- Moradia de 3 pisos sita da R. Alto da Bandeira, 23, Creixomil, Guimarães (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

LEIRIA

- Andar sito na Av. Combatentes da Grande Guerra, 65, 1º Esq, Leiria (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

- Terreno de 5176 m2, situado em Leiria, na Quinta das Carvalhas, cedido pela Câmara Municipal de Leiria, para eventual construção da futura Residência de Professores.

- Casa nas Caldas da Rainha, doada pela associada Maria Beatriz Tomé Monteiro, já falecida, destinada a Sede do Núcleo da ASSP nessa localidade. 

LISBOA

- “Casa Albarraque Costa”, edifício sito na R. D. Dinis, 4 a 10, ao Rato, Lisboa (Sede da Delegação de Lisboa, Centro de Convívio e Atividades e Residência temporária com 13 quartos), adquirido, em parte, com o dinheiro legado pela associada Emília Albarraque Costa, já falecida.

- Edifício da Residência de Professores, Arqº Souto Moura, em Carcavelos, em terreno cedido pela Câmara Municipal de Cascais (com capacidade para 39 camas).

MADEIRA

- Moradia de 3 pisos, sita na R. de Santa Maria, Funchal, em regime de comodato (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades e Residência temporária com 7 quartos, eventual futura Estrutura Residencial de Idosos).

PORTALEGRE

- Moradia de 2 pisos, sita na R. Capitão José Cândido Martinó, 1, Portalegre (Sede da Delegação e Centro de Convívio e Atividades).

- Terreno de 5750 m2, sito no Bonfim, Portalegre, cedido pela Câmara Municipal de Portalegre, para eventual construção da futura Residência de Professores.

PORTO

- “Casa de S. Roque”, edifício da Residência de professores - Estrutura Residencial de Idosos (com capacidade para 22 camas), sito na Estrada Interior da Circunvalação, 3261, Porto.

- Casa assolarada rural - Casa da Torre - sita em Sobrosa, Paredes, a 25 km do Porto, legado da primeira presidente da Associação, Alice Maia Magalhães, e transformada em Casa de Turismo Rural.

- Terreno de 8290 m2, sito na localidade da Madalena, concelho de Paredes, a 22 km do Porto.

SANTARÉM

- Moradia de 3 pisos, sita na R. Luis Montez Matoso, 38, Santarém, (Sede da Delegação e Centro de convívio e actividades).

SETÚBAL

- Edifício da Residência de Professores, sito na Avenida António Sérgio, 1, Setúbal, (com capacidade para 61 camas) em terreno cedido pela Câmara Municipal de Setúbal, onde funciona também a Sede da Delegação e Centro de convívio e actividades;

- Terreno de 2910 m2, na mesma avenida, para eventual construção de infantário.

VISEU

- A Delegação funciona em instalações alugadas

Apoios

Provenientes de particulares, com especial relevo para legados e donativos de associados.

A atribuição de apoios oficiais, de diversas entidades públicas – de Juntas de Freguesia ao Governo Central, ao permitir-nos realizar os nossos objetivos, constitui também uma forma de reconhecimento público da utilidade e relevância social da acção da ASSP.

Apoios Provenientes de particulares

Da Dra. Alice Maia Magalhães (primeira Presidente da ASSP): moradia situada no Largo da Sra. do Monte, autoria do Arqº Raul Lino, em Lisboa; casa assolarada rural na Sobrosa, em Paredes; duas moradias situadas na Parede, Cascais (por decisão judicial ainda na posse do executor testamentário).

Da Dra. Emília Albarraque Costa: 200.000€ e dois apartamentos, valores aplicados na compra do edifício da R. D. Dinis, em Lisboa.

Ao longo dos anos, um número imenso de associados tem contribuído, e continua a contribuir, para o desenvolvimento da ASSP oferecendo donativos do mais diverso montante. De salientar, entretanto, os donativos da Profª Doutora Conceição Vilhena (presidente honorária): cerca de 200.000€ para a construção das Residências de Professores de Setúbal e de Carcavelos e para outras Delegações.

Da Dra. Maria da Conceição Coelho Ferreira: Dois apartamentos, um T1 em Lisboa e um T0 no Alvor e respectivos recheios.

Contribuições privadas

- Banco Comercial dos Açores – oferta do mobiliário para a sede da Delegação dos Açores.

- Ng Fok, cidadão chinês de Macau – contributo no valor de 4.000 € para o acabamento do ginásio da Residência de Professores de Setúbal.

Apoios Oficiais

AÇORES

Governo Regional dos Açores – (1) subsídio de 25.000€ para a aquisição do andar onde funcionava a Delegação em 2001, (2) 130.000€ em 2008 e 2009 para as obras na nova Sede da Delegação;

Câmara Municipal Ponta Delgada, 250€ em 2007;

Fundo Regional Ciência RAA, 1.481€ em 2004 e 2.277€ em 2006 e 2007, para equipamento.

ALGARVE

Governo Central/Orçamento do Estado – comparticipação de 65% (cerca de 429.400 €) no custo da 1ª fase do Centro Comunitário/Residência de Professores, Pechão, até 2004;

Câmara Municipal de Faro – subsídios no valor de 2.000€ em 2000, 1.000€ em 2001 e 3.000€ em 2004;

Governo Civil de Faro – subsídios no valor de 500€ em 2001 e 300€ em 2005.

COIMBRA

Segurança Social – subsídio anual variável em torno dos 6.500€ anuais para as actividades do Centro de Convívio;

Câmara Municipal de Coimbra - 1.500€ em 2010, para actividades.

ÉVORA

Câmara Municipal de Vila Viçosa – atribuição de terreno de 1277 m2, em propriedade plena, alienado em 2013, por acordo com a Câmara Municipal e a Cruz Vermelha Portuguesa.

GUIMARÃES

Câmara Municipal de Guimarães – subsídio de 13.500€ em 2002 e 5.000€ em 2004, para a aquisição do imóvel onde funciona a Delegação.

Câmara Municipal de Guimarães - 2015 - Apoio concedido no valor de 9.000,00€ no âmbito do Apoio às Instituições de Solidariedade Social, sujeito a candidatura.

Câmara Municipal de Guimarães - 2016 - Apoio concedido no valor de 9.000,00€ no âmbito do Apoio às Instituições de Solidariedade Social, sujeito a candidatura.

Câmara Municipal de Guimarães - 2017 - Apoio concedido no valor de 19.906,00€ no âmbito do Apoio às Instituições de Solidariedade Social, sujeito a candidatura.

LEIRIA

Câmara Municipal de Leiria – (1) subsídio de cerca de 1.000 € em 2002; (2) atribuição de terreno de 5176 m2, em direito de superfície, para a construção da futura Residência de Professores.

Governo Civil de Leiria – subsídio de 463€ em 2001 e 500€ em 2005.

Junta Freguesia Cortes (Leiria) – contribuição de 200€ em 2009.

Junta Freguesia Leiria - contribuição de 100€ em 2009.

LISBOA

Governo Civil de Lisboa – (1) subsídio no valor de 4.600€ para a aquisição do edifício “Casa Albarraque Costa”, na R. D. Dinis, em 2003; (2) subsídios de 5.000€ em 2007 e 2008.

Câmara Municipal de Cascais – atribuição, em direito de superfície, de um terreno de 5050 m2 situado em Carcavelos, para a construção da Residência de Professores, em 2007.

MADEIRA

Câmara Municipal do Funchal – (1) cedência, em regime de comodato, do prédio onde funciona a sede da delegação; (2) atribuição de subsídio de 13.400€ para a realização de obras de remodelação do prédio, em 2003.

Segurança Social do Funchal – comparticipação de 38.000€ no custo da aquisição do elevador, em 2003.

Junta de Freguesia de S. Maria Maior – subsídio de 2.500 € para as obras do prédio em 2003.

Câmara Municipal Câmara Lobos – subsídio de 240€ em 2007.

PORTALEGRE

Segurança Social – atribuição de subsídio no valor de 100.000€ para as obras de adaptação do imóvel onde funciona a Delegação e os seus serviços, em 2003;

Câmara Municipal de Portalegre – (1) atribuição, em direito de superfície, de um terreno de 5750 m2 situado na cidade, para a construção da futura Residência de Professores; (2) oferta do custo do projecto de arquitectura, no valor de 10.500€ em 2005.

PORTO

Segurança Social – subsídios no valor de cerca de 15.000€ em 2000 e 37.000€ em 2009, para obras.

Junta de Freguesia de Campanhã – subsídios no valor de 500€ em 2001 e 500€ em 2004.

Câmara Municipal do Porto – subsídio de cerca de 14.465€ em 2002.

Câmara Municipal de Matosinhos – subsídio de cerca de 9.975€, em 2002 para instalação do Núcleo da ASSP.

Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia – subsídio no valor de cerca de 6.000€, em 2002.

SANTARÉM

Governo Civil de Santarém – subsídios no valor de 1500€ em 2002, 1500€ em 2003 e 1500€ em 2005;

Segurança Social de Santarém – subsídio de 50.000€, em 2006, para apoio na aquisição da Sede.

SETÚBAL

Câmara Municipal de Setúbal – (1) Oferta do projecto de arquitectura da Residência de Professores, da autoria do Arq. José Manuel Lopes Pereira; (2) Colaboração no arranjo exterior da fachada poente da Residência de Professores, com trabalhos no valor de 5.000€ e oferta de materiais de construção; (3) Atribuição de subsídios no valor de 750€ em 2000 e 10.000€ em 2004; (4) Venda, por preço simbólico, do terreno para a instalação de depósito de água.

Ministério do Trabalho e Solidariedade Social – concessão de um subsídio no valor de 250.000 € em 2001 para a conclusão da Residência de Professores.

IGAPHE – concessão, ainda que onerosa, em regime de direito de superfície, do terreno destinado à construção do futuro infantário.

Governo Civil de Setúbal – atribuição de subsídio de 3.000 € em 2002.

Segurança Social – contribuição de cerca de 38.000€ para as obras da Residência de Professores, em 2000.

VISEU

Câmara Municipal de Viseu – subsídios no valor de 825€ em 2001, 250€ em 2002, 2.000€ em 2005, 2.500€ em 2008, 1.250€ em 2009, 1.250€ em 2010, 1.200€ em 2012, para as actividades da Delegação.

Junta de Freguesia de S. Maria – subsídio no valor 100 € em 2002.

Governo Civil de Viseu – subsídios no valor de  250€ em 2000.

 

 

 

Em 1980, um grupo de professores dinamizou uma série de atividades que levaram à constituição da Associação de Solidariedade Social dos Professores, em 1981.

Maria Helena Romão Fiqueiredo, Maria Manuela Machado da Costa Rosa, Maria Orquídea Almeida e Costa, Maria Alice Duarte da Silveira Mascarenhas, Alice Maia Magalhães, Maria da Conceição Almeida, Maria Lígia da Silva Pereira, Maria Henriqueta Duarte Oliveira, Óscar Lopes Carvalho, Avelino Pedrosa Afonso, a quem rapidamente se associaram Armindo José da Costa Gonçalves, José António de Abreu Araújo, Maria Orlanda dos Santos Martins Pereira de Santana e Zita de Almeida Sobreiro de Azevedo, assinam uma circular não datada, mas com rubrica de Áurea Simões do Conselho Diretivo da Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras, que autorizou a sua afixação nessa escola em 25/6/80, para "alertar e aliciar o grande número dos seus milhares de colegas para o Humanitário Movimento Pró-Lares da 3ª Idade dos da sua classe".

A este grupo juntaram-se Carlos Teixeira Pimenta e Maria Isabel Gomes da Cunha, elementos de um grupo de trabalho constituído por Despacho do Ministro da Educação e Investigação Científica de Julho de 1979, com o objectivo de encontrar ‘soluções pragmáticas’ para “o número progressivamente maior de professores dos diversos graus de ensino e de outros funcionários do MEIC que atingem a reforma e, por não terem família próxima com que habitem, passam a viver de forma isolada, em condições material e afectivamente menos convenientes”.

A ASSP foi constituída por escritura pública em 8 Abril de 1981, publicada em Diário da República em 21 de maio de 1981, tendo como “fins ou objetivos: a instalação de lares para acolhimento integral e/ou centros de dia para assistência aos seus associados que se achem nas situações de invalidez ou reforma (…) ou em qualquer outra forma de carência social”.

No final de 1983 a ASSP contava com 1046 associados, muitos dos quais voluntários activos em prol da Associação.

Ao longo destes 37 anos, muitos foram os associados que entregaram o seu trabalho voluntário, o seu tempo e a sua dedicação para o crescimento da ASSP em vários domínios, alargando os objetivos iniciais ao desenvolvimento de actividades promotoras da cultura e realização pessoal e à promoção do apoio à família, à infância e à juventude.

Na impossibilidade de aqui enumerar todos, destacam-se:

-Associados honorários;

-Presidentes honorários;

-Presidentes da Mesa da Assembleia Nacional de Delegados (AND) e da Direcção Nacional (DN) desde a génese da Associação.

Aurora Baptista Alves, associada dedicada e colaboradora nas atividades da Casa de Chelas; Alfredo Vergueiro, dinamizador da Delegação do Porto e seu Presidente entre 1986 e 1991 e Armando Saraiva de Melo, membro a tempo inteiro da Direção Nacional, entre 1987 e 1991, a quem foi atribuída, em Assembleia Nacional de Delegados de 28/03/1992 a distinção de Associados Honorários;

Maria Henriqueta Sampaio Morais, do Porto; Elda Lages, dinamizadora da Delegação de Setúbal e Armor Albuquerque, de Aveiro a quem foi atribuída, em 14/11/1992 a distinção de Associados Honorários;

Carlos Pimenta, Presidente da Direção Nacional entre 1987 e 1993, a quem foi atribuída, em AND de 28/06/1997 a distinção de Associado Honorário;

Emília Albarraque Costa, de Lisboa, que legou à ASSP dois imóveis e uma elevada quantia em dinheiro e Joaquim Albarraque Costa, irmão da associada anterior, pela postura na gestão da entrega à ASSP dos bens da falecida irmã, a quem foram atribuídas, em AND de 23/09/2000 as distinções de Associados Honorários;

Maria Helena Romão Figueiredo, associada nº1 da ASSP; Amália Irene Ferreira Costa, associada nº2; Maria Isabel Gomes Cunha, associada nº55; Júlia Lucy Palma Carlos, associada nº162 e Plínio Casimiro Serrote, associado nº242, de Portalegre, a quem foram atribuídas, em AND de 16/12/2000 as distinções de Associados Honorários;

Rogério Noel Peres Claro presidente da DD da Setúbal entre 1995 e 2010 a quem foi atribuída, em AND de 16/12/2006, a distinção de Associado Honorário.

Alice Maia Magalhães, 1ª Presidente da ASSP, a quem foi atribuída, em Assembleia Nacional de Delegados de 19/09/1987 a distinção de Presidente Honorária (não aceite pela própria);

Maria da Conceição Vilhena, Presidente da DN da ASSP entre 1998 e 2006 a quem foi atribuída, em AND de 16/12/2006 a distinção de Presidente Honorária;

Rogério Noel Peres Claro, vice presidente da primeira DN da ASSP e presidente da DD da Setúbal entre 1995 e 2010 a quem foi atribuída, em AND de 26/03/2011 a distinção de Presidente Honorário.

1983–1985 - Armindo José Gonçalves (AND) e Alice Maia Magalhães (DN)

1986-1987 – Armindo José Gonçalves (AND) e Alice Maia Magalhães (DN)-Demissão

1987-1988 - Armindo José Gonçalves (AND) e Carlos Teixeira Pimenta (DN)

1989-1991 - Armindo José Gonçalves (AND) e Carlos Teixeira Pimenta (DN)

1992-1993 – Manuel Gouveia (AND) e Carlos Teixeira Pimenta (DN)-Falecimento

1993-1994 - Manuel Gouveia (AND) e Teresa Branco (DN)

1995-1997 - Acácio Costa Baptista e José Marcelino Sousa Moura (DN)

1998 - Maria Helena Valente Rosa (AND) e Maria da Luz Silva (DN)-Demissão

1998-2000 - Maria Helena Valente Rosa (AND) e Maria Conceição Vilhena (DN)

2001-2003 - Acácio Costa Baptista e Maria Conceição Vilhena (DN)

2004-2006 - Acácio Costa Baptista e Maria Conceição Vilhena (DN)

2007 - Vitor Barros (AND)-Demissão - e Etelvina Valadas Guimarães (DN)

2007-2009 - João Tomás (AND) e Etelvina Valadas Guimarães (DN)

2010 - Maria Lucília Abreu (AND)- Falecimento - e Etelvina Valadas Guimarães (DN)

2011-2012 - Miguel Vilhena (AND) e Etelvina Valadas Guimarães (DN)

2013-2015 - Luis Pargana (AND) e António Amaro Correia (DN)

2016-2019 - Miguel Vilhena (AND) e Ana Maria Morais (DN)

 

Consulte aqui os nossos Estatutos

 

 

 

Novos associados - Ficha de inscrição

Candidatura às Residências de Professores (brevemente)

Candidatura ao FSS (Fundo de Solidariedade Social) - individual - colectiva - regulamento

Política de Protecção de Dados Pessoais e Privacidade da ASSP